Selecção Fórum
Barão do Hospital Alvarinho Reserva
Branco
2020
Vinhos Verdes
Monção e Melgaço
Preços
Sócio
23,75 Gfa
71,25 Cx
Não Sócio
25,00 Gfa
75,00 Cx
Vendido em cx de 3 gfa x (0,75l)
  • Notas de prova
  • Prémios
Cor amarelo citrino intenso. Aroma complexo, intenso e mineral, com boa fruta (predominando as notas de citrinos) muito bem integrada com as notas da boa madeira. Na boca é complexo a mostrar excelente evolução, num conjunto envolvente, estruturado e volumoso, com boa acidez e boa fruta, muito equilibrado. Final longo e persistente.
Medalha de Ouro – Fórum de Enólogos Junho 2023
Designação Oficial: 
D.O.C.

Temperatura de Serviço: 

10/12ºC

Teor alcoólico: 

13.50%vol

Longevidade: 

15 anos

Harmonizações: 

  • Marisco |
  • Peixes Gordos |
  • carnes brancas e massas de confeção mais elaborada.

Situações de consumo: 

Com a refeição
Vinificação: 
Colheita manual para caixas de 15 Kg. Arrefecimento das uvas até 5ºC, um suave desengace e uma maceração pelicular durante algumas horas a baixa temperatura. Após prensagem metade do lote foi clarificado por decantação, fermentou em cubas de inox com temperatura controlada permanecendo sobre as borras finas durante um 1 ano, com bâtonnage regular. A outra metade do lote ficou com as borras durante 8 dias a 6ºC, depois fermentou em barricas de carvalho francês (30% novas), onde permaneceu sobre as borras finas durante um ano, com batonnage regular. Depois do engarrafamento o vinho ficou um ano em estágio.
  • Castas
  • Região
  • Enólogo
  • Produtor

Alvarinho

Vinhos Verdes

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A Região Demarcada dos Vinhos Verdes estende-se por todo o noroeste de Portugal, na zona tradicionalmente conhecida como Entre-Douro-e-Minho. Tem como limites a Norte o rio Minho, que estabelece parte da fronteira com a Espanha, a Sul o rio Douro e as serras da Freita, Arada e Montemuro, a Este as serras da Peneda, Gerês, Cabreira e Marão e a Oeste o Oceano Atlântico. Em termos de área geográfica é a maior Região Demarcada Portuguesa, e uma das maiores da Europa.

Fonte: Vinho Verde

Observações dos produtores acerca deste vinho: 
O título “Barão do Hospital” foi atribuído a um proprietário de terras que pertenceram à Ordem do Hospital. Acredita-se que as terras onde se situa a Quinta foram doadas pela mãe de Dom Afonso Henriques, Condessa Dona Teresa de Leão, à Ordem do Hospital. Na Idade Média os Hospitais eram destinados a acolher e dar hospitalidade a viajantes.

Falua

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A Falua foi fundada em 1994 com o objetivo de se afirmar como referência na produção de vinhos da região do Tejo e, rapidamente, cresceu para outras regiões. Em 2017, a Vitas Portugal – filial do Grupo Roullier presente no nosso país desde 1994 – adquiriu a Falua. O interesse do Grupo Roullier na atividade da Falua teve na sua origem a ideia de criar uma porta de entrada para o mercado global de vinhos. Com mais de 25 anos de história no mercado nacional e internacional, a Falua detém um vasto portfólio disperso pelo mundo.

Atualmente a Falua possui vinhas próprias e Adegas na Região Tejo, na Região dos Vinhos Verdes e Douro.

TEJO - Conde Vimioso e Falua

Conde Vimioso - Legado histórico
A gama Conde Vimioso é a chancela com legado histórico, cujos vinhos assumem uma identidade própria. A conjugação de castas autóctones com castas estrangeiras dá origem a experiências enriquecedoras, baseadas no cunho do território e da experiência, em estreita articulação com a inovação e a ambição.

Falua - Gamas diferenciadoras
Os Falua Reserva Unoaked são uma opção distinta para dar a conhecer a excelência natural das castas e a pureza do terroir único da Vinha do Convento da Serra. Os Falua Duas Castas desvendam vinhos criados a partir de lotes de duas castas, que evidenciam o equilíbrio e a elegância de um blend naturalmente concebido para surpreender em tons de branco, tinto e rosé.

A maioria das vinhas da Falua estão localizadas na Charneca, estando as restantes situadas no Campo/Lezíria.

Vinha do Convento
De uma vinha pode dizer-se que é viçosa. Que é nova, que é antiga, que tem um terroir que lhe confere características únicas ou então pode resumir-se a: a Falua tem uma das vinhas mais bonitas de Portugal. Na icónica Vinha do Convento desenvolvem-se videiras entre calhau rolado, num terroir emblemático que conta uma historia com mais de 400 mil anos. Localizada na zona da Charneca, trata-se de uma improvável extensão de calhau rolado no alto de uma suave colina, muito longe do Tejo. A verdade é que, em termos geológicos, esta elevação fez parte do leito do rio Tejo e que desde então os seixos aqui permaneceram, formando uma camada com vários metros de espessura, entrecortada por alguma areia. Nesta vinha com 45 hectares desenvolvem-se as castas Arinto, Fernão Pires, Castelão, Touriga Nacional, Aragonez, Trincadeira, Cabernet Sauvignon e Alicante Bouschet.

Vinha do Casal das Figueiras
Planície junto à margem do Rio Tejo, no concelho de Almeirim.  Esta vinha situa-se na sub-região do Campo/Lezíria, com 25 hectares, onde se desenvolvem as castas Syrah, Cabernet Sauvignon, Petit Verdot, Castelão e Trincadeira Preta.

Vinha da Herdade dos fidalgos
Herdade dos Fidalgos perto da Branca, pequena aldeia do concelho de Coruche. Esta vinha situa-se na sub-região da Charneca, com 31 hectares, onde se desenvolvem as castas Touriga Nacional, Touriga Franca, Syrah, Alicante Bouschet, Aragonez e Sauvignon Blanc.

Adega no Tejo
Entre a penumbra e a temperatura controlada da sala das barricas e a moderna adega, onde o inox e as mais modernas técnicas na produção de vinhos coabitam com as técnicas mais ancestrais. A Falua orgulha-se de ter ao seu dispor todas as armas e artes para a conceção de vinhos únicos e de grande qualidade. Na adega contam com as mais modernas técnicas na produção de vinho. Um lugar onde a ciência e o profissionalismo se juntam ao saber antigo para a criação de vinhos únicos.

 

VINHOS VERDES - Barão do Hospital

A Quinta do Hospital é atualmente uma notável Quinta minhota, formada por uma área agro-florestal de 25 hectares, na margem esquerda do rio Minho, um pouco a montante da foz do seu belo afluente – o Mouro. A vinha encontra-se num dos maiores e mais impactantes vales do Minho.
Acredita-se que a origem desta Quinta remonta ao Sec XII, período da História em que a mãe de D. Afonso Henriques – D. Teresa – terá doado as terras à Ordem do Hospital. Na Idade Média os hospitais eram destinados a acolher e dar hospitalidade a viajantes. A Quinta do Hospital é uma propriedade totalmente murada na região dos Vinhos Verdes – sub-região de Monção e Melgaço. 

Adega Quinta do Hospital
Condições excecionais para a criação de vinhos que contam a historia de uma região. Uma adega moderna, criada de raiz, pensada em todos os detalhes para responder às exigências de uma produção de alta qualidade.

 

DOURO - Quinta de S. José e Quinta do Mourão

A maioria das vinhas da Falua encontra-se nas sub-regiões do Baixo e Cima Corgo, em localizações de excelência, e estas caracterizam-se, entre outras coisas, pela sua plantação em patamares que requer uma desafiante viticultura de montanha, totalmente manual e dedicada à produção de vinhos muito exclusivos e de enorme qualidade. O projeto da Falua no Douro encontra-se dividido entre a Quinta do Mourão e a Quinta de S. José. Com perfis muito diferentes e terroirs únicos, estas propriedades espelham a diversidade e o sem fim de possibilidades que é a região do Douro.

Quinta de São José
Junto à margem do rio Douro e entre socalcos ancestrais situa-se a Quinta de S. José, em Ervedosa, concelho de São João da Pesqueira, na sub-região do Cima Corgo. Com 15 hectares de vinha plantada em patamares, voltadas a norte, sob solos de xisto azulado-acinzentado, é o palco da criação de alguns dos mais excitantes vinhos durienses, marcados pela pureza de um terroir detalhadamente interpretado e com elevado reconhecimento nacional e internacional.

Adega Quinta de São José
O local onde a ancestralidade dos lagares se cruza com os mais atuais métodos de produção. Na adega estão garantidas todas as condições para que, com um blend de tradição e modernidade, se possam fazer vinhos únicos, com sentido de lugar e que transportam o Douro em cada garrafa.

Quinta do Mourão
Situada na região do Baixo Corgo, em Lamego. Desde a década de 70 que a atividade da Quinta do Mourão se expandiu a outras propriedades, todas em localizações privilegiadas, nas sub-regiões do Baixo e Cima Corgo, num total de 50 hectares. A diversidade de solos, exposições e altitudes enriquecem este projeto abrindo um enorme leque de possibilidades para concretizar esta nobre missão de revelar o Douro através de vinhos únicos.

Adega Quinta do Mourão
Para garantir a qualidade dos vinhos aqui produzidos e na senda de modernização do projeto foi construída uma nova adega de raiz com todas as condições para a vinificação, estágio e engarrafamento dos vinhos na propriedade. Além da nova adega encontramos ainda a cave de Vinhos do Porto, o local onde os maiores tesouros estão guardados. Nos onze toneis e nas dezenas de pipas estão armazenados milhares de litros de Vinho Generoso Velho, alguns produzidos há mais de 100 anos.