Conde Vimioso Sommelier Edition
Tinto
2020
Tejo
Preços
Sócio
7,98 Gfa
47,88 Cx
Não Sócio
8,40 Gfa
50,40 Cx
Vendido em cx de 6 gfa x (0,75l)
  • Notas de prova
Cor granada profunda e intensa. Aroma com notas de mineralidade, frutos negros e especiarias. Na boca é macio e equilibrado, fresco com taninos firmes, mas elegantes. Final persistente confirmando as notas de frutos negros.
Designação Oficial: 
Regional

Temperatura de Serviço: 

16/18ºC

Teor alcoólico: 

13.50%vol

Longevidade: 

5 a 6 anos

Harmonizações: 

  • Carnes grelhadas e assadas |
  • Caça |
  • enchidos e queijos.

Situações de consumo: 

Com a refeição
Vinificação: 
Colheita manual para caixas de 15 kg. Desengace e suave esmagamento. Fermentação com controlo de temperatura e maceração prolongada em balseiros de carvalho francês. Estágio de 12 meses em barricas de segundo e terceiro ano de carvalho francês.
  • Castas
  • Região
  • Enólogo
  • Produtor

Aragonez

Cabernet Sauvignon

Petit Verdot

Syrah

Tejo

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Situada no Centro de Portugal, a região possui inegáveis condições naturais para o desenvolvimento das actividades agrícolas, florestais e pecuárias. A história da viticultura do Tejo perde-se nos tempos, mas o apogeu do comércio destes vinhos foi sobretudo no século XIII, no fim da sua primeira metade, que só para Inglaterra, chegou a atingir a cifra de quase 30.000 pipas.

A história da viticultura no Ribatejo perde-se nos tempos, já que a existência de vinha no Ribatejo é muito anterior à nacionalidade, conforme atestam os amarelados manuscritos em papiro, do tempo dos romanos que terão sido os principais introdutores da cultura da vinha nesta Região.

Em documentos emanados de Reis como D. Afonso Henriques, D. Sancho II e D. Fernando, só para citar alguns são variadas as referências às vinhas e aos vinhos do Ribatejo.

Também Fernão Lopes cita “as grandes carregações de vinho” referindo “que a exportação média anual chegou a carregar 400 a 500 navios e que num ano atingiu 12.000 tonéis de vinho”.

Porém, o apogeu do comércio destes vinhos foi sobretudo no século XIII, no fim da sua primeira metade, que só para Inglaterra, chegou a atingir a cifra de quase 30.000 pipas.

A vinha teve ainda um papel preponderante na colonização do Ribatejo.

Entre 1900 e 1960, a população do continente aumentou cerca de 61% tendo tido no Ribatejo, sensivelmente a mesma evolução. No entanto, nos concelhos de maior incidência vitivinícola do Ribatejo (Almeirim, Alpiarça, Cartaxo, Chamusca, Coruche, Rio Maior, Salvaterra de Magos e Santarém), o aumento de população no período considerado foi de cerca de 175% e só em Almeirim este aumento foi de cerca de 228%.

O principal acidente orográfico existente no Ribatejo é a Serra de Aires e Candeeiros, delimitando o que podemos chamar de Alto e Baixo Ribatejo e em termos hidrográficos o Rio Tejo, pela sua dimensão e pela sua regular irregularidade (cheias) continua a condicionar, umas vezes para o bem outras para o mal, as actividades agrícolas da Região. A vinha, ainda assim, é por norma a cultura menos afectada pelas cheias que ocorrem cada vez com menos frequência, graças à gestão dos caudais feitas pelas diversas barragens.

Encontramos na Região três zonas distintas de produção, conhecidas como “O CAMPO”, “O BAIRRO” e a “CHARNECA”.

O CAMPO, com as suas extensas planícies, adjacente ao Rio Tejo, conhecido também como a LEZÍRIA DO TEJO, sujeita a inundações periódicas, que se causam alguns transtornos, são também responsáveis pelos elevados índices de fertilidade que aqueles solos de aluvião possuem, é, por excelência a zona dos vinhos brancos, onde a casta Fernão Pires é rainha.

O BAIRRO, situado entre o Vale do Tejo e os contrafortes dos maciços de Porto de Mós, Candeeiros e Montejunto, com solos argilo-calcáreos em ondulados suaves, é a zona ideal para as castas tintas, nomeadamente a Castelão e Trincadeira.

A CHARNECA, localizada a sul do CAMPO, na margem esquerda do Rio Tejo, com solos arenosos e medianamente férteis, se por um lado apresenta rendimentos abaixo da média da Região, por outro lado induz a um afinamento, quer de vinhos brancos, quer de vinhos tintos.

No Ribatejo existem actualmente cerca de 19.989 hectares plantados de vinha (representam cerca de 8.5% do total nacional), dos quais 11.993 ha são de castas brancas (60% da produção) e 7.996 ha são castas tintas (40% da produção), que produzem anualmente, no total, cerca de 800.000 hls de vinho (representam cerca de 12% do total nacional). Destes 800.000 hls são certificados cerca 76.000 hls dos quais 81% são vinho regional e 19% são vinhos com Denominação de Origem Controlada (DOC). Cerca de 30% da produção dos vinhos certificados (DOC e Regional) destinam-se à exportação.

As plantações são alinhadas. O sistema de condução tradicional é a vinha baixa, embora a introdução da vindima mecânica tenha vindo a introduzir alterações, nomeadamente na altura da vinha.

 

Fonte: Instituto da Vinha e do Vinho, I.P. e Comissão Vitivinícola Regional do Tejo

Falua

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A Falua foi fundada em 1994 com o objetivo de se afirmar como referência na produção de vinhos da região do Tejo e, rapidamente, cresceu para outras regiões. Em 2017, a Vitas Portugal – filial do Grupo Roullier presente no nosso país desde 1994 – adquiriu a Falua. O interesse do Grupo Roullier na atividade da Falua teve na sua origem a ideia de criar uma porta de entrada para o mercado global de vinhos. Com mais de 25 anos de história no mercado nacional e internacional, a Falua detém um vasto portfólio disperso pelo mundo.

Atualmente a Falua possui vinhas próprias e Adegas na Região Tejo, na Região dos Vinhos Verdes e Douro.

TEJO - Conde Vimioso e Falua

Conde Vimioso - Legado histórico
A gama Conde Vimioso é a chancela com legado histórico, cujos vinhos assumem uma identidade própria. A conjugação de castas autóctones com castas estrangeiras dá origem a experiências enriquecedoras, baseadas no cunho do território e da experiência, em estreita articulação com a inovação e a ambição.

Falua - Gamas diferenciadoras
Os Falua Reserva Unoaked são uma opção distinta para dar a conhecer a excelência natural das castas e a pureza do terroir único da Vinha do Convento da Serra. Os Falua Duas Castas desvendam vinhos criados a partir de lotes de duas castas, que evidenciam o equilíbrio e a elegância de um blend naturalmente concebido para surpreender em tons de branco, tinto e rosé.

A maioria das vinhas da Falua estão localizadas na Charneca, estando as restantes situadas no Campo/Lezíria.

Vinha do Convento
De uma vinha pode dizer-se que é viçosa. Que é nova, que é antiga, que tem um terroir que lhe confere características únicas ou então pode resumir-se a: a Falua tem uma das vinhas mais bonitas de Portugal. Na icónica Vinha do Convento desenvolvem-se videiras entre calhau rolado, num terroir emblemático que conta uma historia com mais de 400 mil anos. Localizada na zona da Charneca, trata-se de uma improvável extensão de calhau rolado no alto de uma suave colina, muito longe do Tejo. A verdade é que, em termos geológicos, esta elevação fez parte do leito do rio Tejo e que desde então os seixos aqui permaneceram, formando uma camada com vários metros de espessura, entrecortada por alguma areia. Nesta vinha com 45 hectares desenvolvem-se as castas Arinto, Fernão Pires, Castelão, Touriga Nacional, Aragonez, Trincadeira, Cabernet Sauvignon e Alicante Bouschet.

Vinha do Casal das Figueiras
Planície junto à margem do Rio Tejo, no concelho de Almeirim.  Esta vinha situa-se na sub-região do Campo/Lezíria, com 25 hectares, onde se desenvolvem as castas Syrah, Cabernet Sauvignon, Petit Verdot, Castelão e Trincadeira Preta.

Vinha da Herdade dos fidalgos
Herdade dos Fidalgos perto da Branca, pequena aldeia do concelho de Coruche. Esta vinha situa-se na sub-região da Charneca, com 31 hectares, onde se desenvolvem as castas Touriga Nacional, Touriga Franca, Syrah, Alicante Bouschet, Aragonez e Sauvignon Blanc.

Adega no Tejo
Entre a penumbra e a temperatura controlada da sala das barricas e a moderna adega, onde o inox e as mais modernas técnicas na produção de vinhos coabitam com as técnicas mais ancestrais. A Falua orgulha-se de ter ao seu dispor todas as armas e artes para a conceção de vinhos únicos e de grande qualidade. Na adega contam com as mais modernas técnicas na produção de vinho. Um lugar onde a ciência e o profissionalismo se juntam ao saber antigo para a criação de vinhos únicos.

 

VINHOS VERDES - Barão do Hospital

A Quinta do Hospital é atualmente uma notável Quinta minhota, formada por uma área agro-florestal de 25 hectares, na margem esquerda do rio Minho, um pouco a montante da foz do seu belo afluente – o Mouro. A vinha encontra-se num dos maiores e mais impactantes vales do Minho.
Acredita-se que a origem desta Quinta remonta ao Sec XII, período da História em que a mãe de D. Afonso Henriques – D. Teresa – terá doado as terras à Ordem do Hospital. Na Idade Média os hospitais eram destinados a acolher e dar hospitalidade a viajantes. A Quinta do Hospital é uma propriedade totalmente murada na região dos Vinhos Verdes – sub-região de Monção e Melgaço. 

Adega Quinta do Hospital
Condições excecionais para a criação de vinhos que contam a historia de uma região. Uma adega moderna, criada de raiz, pensada em todos os detalhes para responder às exigências de uma produção de alta qualidade.

 

DOURO - Quinta de S. José e Quinta do Mourão

A maioria das vinhas da Falua encontra-se nas sub-regiões do Baixo e Cima Corgo, em localizações de excelência, e estas caracterizam-se, entre outras coisas, pela sua plantação em patamares que requer uma desafiante viticultura de montanha, totalmente manual e dedicada à produção de vinhos muito exclusivos e de enorme qualidade. O projeto da Falua no Douro encontra-se dividido entre a Quinta do Mourão e a Quinta de S. José. Com perfis muito diferentes e terroirs únicos, estas propriedades espelham a diversidade e o sem fim de possibilidades que é a região do Douro.

Quinta de São José
Junto à margem do rio Douro e entre socalcos ancestrais situa-se a Quinta de S. José, em Ervedosa, concelho de São João da Pesqueira, na sub-região do Cima Corgo. Com 15 hectares de vinha plantada em patamares, voltadas a norte, sob solos de xisto azulado-acinzentado, é o palco da criação de alguns dos mais excitantes vinhos durienses, marcados pela pureza de um terroir detalhadamente interpretado e com elevado reconhecimento nacional e internacional.

Adega Quinta de São José
O local onde a ancestralidade dos lagares se cruza com os mais atuais métodos de produção. Na adega estão garantidas todas as condições para que, com um blend de tradição e modernidade, se possam fazer vinhos únicos, com sentido de lugar e que transportam o Douro em cada garrafa.

Quinta do Mourão
Situada na região do Baixo Corgo, em Lamego. Desde a década de 70 que a atividade da Quinta do Mourão se expandiu a outras propriedades, todas em localizações privilegiadas, nas sub-regiões do Baixo e Cima Corgo, num total de 50 hectares. A diversidade de solos, exposições e altitudes enriquecem este projeto abrindo um enorme leque de possibilidades para concretizar esta nobre missão de revelar o Douro através de vinhos únicos.

Adega Quinta do Mourão
Para garantir a qualidade dos vinhos aqui produzidos e na senda de modernização do projeto foi construída uma nova adega de raiz com todas as condições para a vinificação, estágio e engarrafamento dos vinhos na propriedade. Além da nova adega encontramos ainda a cave de Vinhos do Porto, o local onde os maiores tesouros estão guardados. Nos onze toneis e nas dezenas de pipas estão armazenados milhares de litros de Vinho Generoso Velho, alguns produzidos há mais de 100 anos.