Casta branca de qualidade média, autorizada na Sub-Região do Lima, onde se limita a sua área de cultivo e sem representatividade; pouco produtiva e rústica; dá origem a vinhos de aroma neutro e desequilibrados.


Tinto · 2024
Vinhos Verdes
Preços
Vendido em cx de 3 gfa x (0,75l)
Colheita manual para pequenas caixas de 20kg. Desengace total da uva e maceração pelicular a frio durante 12h. Fermentação a baixa temperatura durante 15 dias. Fermentação malolática completa. O lote final é feito com 50% vinho estagiado em barricas de 225L de carvalho francês e 50% estagiado em cuba inox.
IVA incluído. Stock sujeito a existência. Entregas só em Portugal.
Casta branca de qualidade média, autorizada na Sub-Região do Lima, onde se limita a sua área de cultivo e sem representatividade; pouco produtiva e rústica; dá origem a vinhos de aroma neutro e desequilibrados.

Casta tinta de qualidade, recomendada na Sub-Região de Monção, área onde se cultiva mais intensamente; produtiva e rústica; dá origem a vinhos de cor rubi clara a rubi, de aroma e sabor a casta e harmoniosos.
Alvarelhão
A Região Demarcada dos Vinhos Verdes estende-se por todo o noroeste de Portugal, na zona tradicionalmente conhecida como Entre-Douro-e-Minho. Tem como limites a Norte o rio Minho, que estabelece parte da fronteira com a Espanha, a Sul o rio Douro e as serras da Freita, Arada e Montemuro, a Este as serras da Peneda, Gerês, Cabreira e Marão e a Oeste o Oceano Atlântico. Em termos de área geográfica é a maior Região Demarcada Portuguesa, e uma das maiores da Europa.



Nascida a 27 de Junho de 1978 em Braga, licenciou-se em Enologia pela Universidade de Trás os Montes e Alto Douro em 2003.
Foi no decorrer dos estágios no período de vindima durante os anos da licenciatura, em várias adegas de diferentes regiões vitivinícolas, e a passagem pela área científica nos laboratórios de investigação da Universidade Católica do Porto, onde o estudo de compostos aromáticos das castas nobres do Douro, acontecia, que a paixão pela área acabou por moldar o percurso profissional para sempre. O conhecimento técnico – científico, a junção da prática e o aparecimento de pessoas inspiradoras com um conhecimento vasto na investigação, para além de entidades do setor, que acabou por marcar “quem queria ser quando for grande”… tendo percebido porque procurava sempre a última gota de vinho na “malga” do seu pai desde muito pequena.
A vida profissional teve início, e mantém-se até hoje, com produtores na região da Beira Interior, seguindo-se a região dos Vinhos Verdes e finalmente o Alentejo, mas sempre com o espírito inquieto de quem quer fazer sempre muitas coisas diferentes e acima de tudo, fazer a diferença na vida dos consumidores.
Hoje, para além de continuar nas regiões vitivinícolas onde tudo começou, é formadora na Escola de Turismo e Hotelaria de Portugal e é com enorme responsabilidade, orgulho e irreverência que diariamente de forma atenta estuda as uvas, terroir e principalmente consumidor e mercado para potenciar as marcas, o produtor e acima de tudo o vinho Português.
Nascidos na terra, Xavier Ferreira e a sua Família criam o projeto Sumius que nasce pela vontade de dar voz e vida às castas tintas da Sub-região que noutros tempos, (desde século XIII), imprimiam aos vinhos da Sub-região de Monção e Melgaço a qualidade que lhes deu notoriedade a nível mundial. Marcados pela delicadeza e polidez os vinhos eram exportados pela feitoria de Viana do Castelo e apreciados pela sua frescura, subtileza na cor, teor alcoólico e elegância.
As castas tintas eram nesse período as mais afamadas e marcavam a paisagem vitivinícola ao invés das castas brancas.
Já no século XX, na década de 90, pelo conhecimento vitivinícola, técnico, científico e modernização das adegas, as castas tintas dão lugar a castas brancas como o Alvarinho que nesta região se sente em casa atingindo o seu expoente máximo de qualidade singular, tendo o reconhecimento hoje como a mais nobre casta da Sub-região de Monção e Melgaço.
A qualidade de castas tintas como Alvarelhão, Caínho, Pedral, Borraçal e Vinhão, é reconhecida e é uma herança que acreditamos que temos que preservar em homenagem às gerações que nos deixaram o saber das tradições, que se foram aperfeiçoando com os tempos. Aliamos o conhecimento empírico ao conhecimento científico e por essa razão continuamos a apoiar estudos científicos sobre as castas que ganharam o título de “castas minoritárias” pela cada vez menor presença na área de vinha da Sub região.
E é com a mesma dedicação “dos de antigamente” e paixão que o projeto Sumius continua a tradição, ouvindo cada planta da vinha, colhendo as uvas à mão garantindo que cada garrafa de Sumius traga até ao consumidor a autenticidade, complexidade e unicidade do nosso terroir e DNA das castas.