Revista Enoteca n.º 139
Saiu a Revista Enoteca n.º 139, 3.º trimestre de 2026. Nas páginas centrais estão os vinhos do programa trimestral. O envio automático aos sócios corre no ERP, não neste sítio. Aqui lê-se o programa e encomenda-se o conjunto.
Saiu a Revista Enoteca n.º 139, 3.º trimestre de 2026. Nas páginas centrais estão os vinhos do programa trimestral. O envio automático aos sócios corre no ERP, não neste sítio. Aqui lê-se o programa e encomenda-se o conjunto.

Uma das mais surpreendentes vistas do Vale do Douro

Referências e novos protagonistas do vinho e da gastronomia premiados pela Revista de Vinhos

A Herdade Aldeia de Cima foi distinguida com o prémio “Produtor Revelação do Ano” na gala “Os Melhores do Ano” da Revista dos Vinhos

Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro

CERTIFICAÇÃO FAIR’N GREEN

O Departamento de Comunicação e Relações Públicas do Esporão passa agora a ser liderado por Rui Falcão. Com mais de duas décadas de experiência no sector vínico, Rui Falcão é autor de oito livros dedicados ao vinho, incluindo uma obra sobre a totalidade das regiões portuguesas, dividida em onze edições. Antigo colaborador de várias publicações nacionais e internacionais, Rui Falcão é o fundador do evento MUST – Fermenting Ideas, uma conferência internacional que congrega líderes de opinião, media e produtores oriundos de diversos países, num fórum de debate e análise sobre os desafios de curto e médio prazo que se colocam ao mundo do vinho. Rui Falcão comenta “é com grande satisfação que abraço o desafio de reforçar a equipa do Esporão, passando a assumir a responsabilidade pelo novo departamento de Comunicação e Relações Públicas. A minha vasta experiência no mundo dos vinhos, ao longo de mais de duas décadas, vai contribuir para fortalecer a comunicação do Esporão na área dos vinhos, azeite, cerveja artesanal e enoturismo da Herdade do Esporão, Quinta dos Murças e Quinta do Ameal”. fonte: Esporão

Trabalhou como enólogo em algumas das casas mais consagradas como o Grupo Symington, Quinta do Crasto e Esporão, onde esteve até agora como responsável máximo pela Enologia. O novo Chief Winemaker da Ravasqueira tem o seu caminho bem traçado desde os primeiros passos no mundo vínico. David Baverstock nasceu em Barossa Valley, famosa região Australiana de vinhos, tendo o seu percurso académico passado pelo Rosewoethy Agricultural College. Chegou a Portugal em 1982, país pelo qual se apaixonou e ficou desde então. Para Pedro Pereira Gonçalves, Administrador da Ravasqueira, “David Baverstock tem o perfil ideal para liderar a nossa Enologia. Esta aposta surge do crescimento e plano de expansão da Ravasqueira, que pretende consolidar ainda mais a sua operação e as marcas já tão bem conhecidas pelos nossos clientes, bem como preparar uma nova fase de crescimento”. E reforça “David Baverstock irá aplicar toda a sua experiência, apresentando em conjunto com Vasco Rosa Santos, Diretor de Operações, propostas inovadoras e de alta qualidade como ele tão bem sabe fazer, para proporcionar a todos os consumidores experiências inesquecíveis”. David Baverstock, por sua vez, refere: “é com grande entusiasmo e responsabilidade que abraço este desafio lançado pela Ravasqueira. Reconheço o excelente trabalho desenvolvido nos últimos anos e quero contribuir com toda a paixão e conhecimento para continuar esse trabalho, tirando máximo partido de um lugar único como a Ravasqueira, que oferece as mais diversas ferramentas e desafios a um enólogo. Vinhas únicas que em equipa iremos continuar a potenciar para garantir que daqui saem grandes vinhos do Alentejo, entre os melhores de Portugal e do Mundo. Essa é a nossa ambição”. fonte: Revista de Vinhos Fotografia: Fotos D.R.

A convite do Presidente do Instituto dos Vinhos do Douro e do Porto, IP (IVDP) e Vice-Presidente da EFOW, Gilberto Igrejas, a direção da European Federation of Origin Wines (EFOW) composta por Bernard Farges (CNAOC), Riccardo Ricci Curbastro (FEDERDOC) e David Palacios (CECRV) reuniu-se no Porto com os representantes da Associação Alemã de Produtores de Vinho, Deutscher Weinbauverband e.V (DWV), de modo a avaliar o progresso e os futuros desafios das denominações de origem europeias quanto, em especial, à sustentabilidade e à reforma do regime jurídico destes direitos de propriedade industrial. Os presidentes reconheceram que as denominações de origem desempenham uma função essencial no desenvolvimento sustentável de muitas regiões vitícolas europeias. As denominações de origem contribuem, de forma significativa, para a sustentabilidade económica, social, ambiental e cultural das regiões. Em virtude de os vinhos com denominação de origem terem correspondido às exigências sociais e de mercado, a EFOW e a DWV apelaram aos decisores políticos europeus para terem em consideração o que os produtores têm feito de modo a assegurar uma economia mais verde e justa. O Presidente do IVDP, IP, Gilberto Igrejas referiu: «A EFOW e a DWV consideram que as denominações de origem estão muito bem posicionadas para poderem responder aos crescentes desafios da sustentabilidade. Os territórios constituem um valor transgeracional que as denominações de origem têm conseguido preservar. A manutenção da população, o desenvolvimento das regiões rurais e do interior, o respeito pela paisagem e pela biodiversidade, têm sido alguns dos contributos das denominações de origem, veja-se o Douro. Impõe-se uma maior intervenção das autoridades públicas de modo que se possa alcançar uma gestão ainda mais sustentável das denominações de origem. Os produtores podem contribuir de forma significativa para a sustentabilidade dos seus diferentes pilares, económico, social, ambiental e cultural». EFOW e a DWV sublinharam que a regulamentação europeia sobre as denominações de origem, alterada no quadro da PAC, oferece um quadro regulatório capaz de permitir um desenvolvimento positivo daqueles direitos. Na verdade, aquelas associações acreditam que a futura reforma do sistema das indicações geográficas, a política de promoção da agricultura europeia, a informação ao consumidor e a política da rotulagem não colocarão em causa o estatuto atual das indicações geográficas enquanto símbolos de qualidade dos produtos europeus e enquanto instrumentos essenciais das políticas públicas. Bernard Farges, Presidente da EFOW acrescentou: «Estamos preparados para agir de forma proativa e construtiva em 2022 nas importantes reformas que serão adotadas no plano europeu. Seremos ouvidos quanto ao futuro das denominações de origem. Os desafios vão desde a manutenção das indicações geográficas reconhecidas como bens públicos e tratadas como instrumento essencial da agricultura e do desenvolvimento rural, até às políticas agrícolas e de promoção que contribuam para o ambicioso Acordo Verde Europeu. As indicações geográficas assentam numa ação e participação coletiva; podem ser uma força de transformação. Dizemos aos decisores políticos europeus, por favor façam uso das indicações geográficas e das suas organizações pois estamos prontos não só para responder aos desafios da qualidade, da segurança e da rastreabilidade, mas igualmente para oferecer resultados concretos no domínio da sustentabilidade que podem beneficiar muitos territórios e a União Europeia no seu todo». fonte: Revista de Vinhos