A Aragonez é uma das castas tintas mais conhecidas da Península Ibérica. Originária de Espanha, onde toma o nome de “Tempranillo”, é também conhecida por Tinta Roriz na região do Douro.



Tinto · 2023
Tejo
Preços
Vendido em cx de 3 gfa x (0,75l)
Vindima manual em parcelas selecionadas da vinha do convento. Arrefecimento das uvas a 5ºC durante 24 h. Desengace total e esmagamento suave. Maceração pré-fermentativa durante 48h a 10ºC. Fermentação alcoólica seguida de fermentação malolática a temperatura controlada. Estágio de 12 meses em barricas novas e de segundo ano de carvalho francês.
IVA incluído. Stock sujeito a existência. Entregas só em Portugal.
A Aragonez é uma das castas tintas mais conhecidas da Península Ibérica. Originária de Espanha, onde toma o nome de “Tempranillo”, é também conhecida por Tinta Roriz na região do Douro.


Cabernet sauvignon é uma casta de uvas da espécie Vitis vinifera a partir da qual é fabricado vinho de alta qualidade. Originária da região de Bordeaux, no sudoeste da França, ela é a uva vinífera mais difundida no mundo, encontrando-se em todas as zonas temperadas e quentes. É conhecida como “a rainha das uvas tintas”. É resultado do cruzamento entre as uvas cabernet franc e sauvignon blanc.
A variedade é bastante homógenea, com algumas diferenças na forma do bacelo e nas características típicas do vinho.

A Castelão é uma das castas tintas mais cultivadas no sul do país e particularmente na zona da Península de Setúbal. Ao longo do tempo já teve várias denominações: João de Santarém, Castelão Francês e o popularmente divulgado Periquita.


É uma casta nobre e muito apreciada em Portugal. Inicialmente cultivada na região do Dão, rapidamente foi expandida à zona do Douro para ser utilizada na produção de vinho do Porto.
Recentemente, os produtores descobriram o valor da Touriga Nacional na produção de vinhos de mesa tintos e o seu cultivo foi alargado para outras regiões como o Alentejo. É uma casta de pouca produção: possui cachos abundantes, mas pequenos. Os bagos têm uma elevada concentração de açúcar, cor e aromas. Os vinhos produzidos ou misturados com a casta Touriga Nacional são bastante equilibrados, alcoólicos e com boa capacidade de envelhecimento.


Situada no Centro de Portugal, a região possui inegáveis condições naturais para o desenvolvimento das actividades agrícolas, florestais e pecuárias. A história da viticultura do Tejo perde-se nos tempos, mas o apogeu do comércio destes vinhos foi sobretudo no século XIII, no fim da sua primeira metade, que só para Inglaterra, chegou a atingir a cifra de quase 30.000 pipas.


Antonina Barbosa é natural de Monção, licenciou-se Bioquímica pela Faculdade de Ciências da Universidade do Porto. Fez uma pós-graduação em Segurança Alimentar e outra em Enologia na Escola Superior de Biotecnologia da Universidade Católica onde mais tarde também fez o Mestrado em Enologia. Em 2004 entra para a Falua como Enóloga tendo também a seu cargo a Direção da Produção, Qualidade e Segurança Alimentar. A partir de 1 de novembro de 2019 assume o cargo de Diretora Geral da Falua.
Fundada em 1994, a Falua Sociedade de Vinhos começou por produzir em adega alheia e só em 2004 inaugurou o espaço próprio, em Almeirim, cerca de 90 quilómetros a norte de Lisboa. Foi nessa altura que Antonina entrou ao serviço, reforçando a equipa do enólogo e produtor João Portugal Ramos, então proprietário da empresa. Hoje é uma das adegas de referência da região Tejo, tendo sido maioritariamente vendida, em 2017, ao Grupo Roullier, um dos principais grupos no sector agroquímico, líder na nutrição vegetal e animal, a nível mundial.
A Falua foi fundada em 1994 com o objetivo de se afirmar como referência na produção de vinhos da região do Tejo e, rapidamente, cresceu para outras regiões. Em 2017, a Vitas Portugal – filial do Grupo Roullier presente no nosso país desde 1994 – adquiriu a Falua. O interesse do Grupo Roullier na atividade da Falua teve na sua origem a ideia de criar uma porta de entrada para o mercado global de vinhos. Com mais de 25 anos de história no mercado nacional e internacional, a Falua detém um vasto portfólio disperso pelo mundo.
Atualmente a Falua possui vinhas próprias e Adegas na Região Tejo, na Região dos Vinhos Verdes e Douro.
TEJO – Conde Vimioso e Falua
Conde Vimioso – Legado histórico
A gama Conde Vimioso é a chancela com legado histórico, cujos vinhos assumem uma identidade própria. A conjugação de castas autóctones com castas estrangeiras dá origem a experiências enriquecedoras, baseadas no cunho do território e da experiência, em estreita articulação com a inovação e a ambição.
Falua – Gamas diferenciadoras
Os Falua Reserva Unoaked são uma opção distinta para dar a conhecer a excelência natural das castas e a pureza do terroir único da Vinha do Convento da Serra. Os Falua Duas Castas desvendam vinhos criados a partir de lotes de duas castas, que evidenciam o equilíbrio e a elegância de um blend naturalmente concebido para surpreender em tons de branco, tinto e rosé.
A maioria das vinhas da Falua estão localizadas na Charneca, estando as restantes situadas no Campo/Lezíria.
Vinha do Convento
De uma vinha pode dizer-se que é viçosa. Que é nova, que é antiga, que tem um terroir que lhe confere características únicas ou então pode resumir-se a: a Falua tem uma das vinhas mais bonitas de Portugal. Na icónica Vinha do Convento desenvolvem-se videiras entre calhau rolado, num terroir emblemático que conta uma historia com mais de 400 mil anos. Localizada na zona da Charneca, trata-se de uma improvável extensão de calhau rolado no alto de uma suave colina, muito longe do Tejo. A verdade é que, em termos geológicos, esta elevação fez parte do leito do rio Tejo e que desde então os seixos aqui permaneceram, formando uma camada com vários metros de espessura, entrecortada por alguma areia. Nesta vinha com 45 hectares desenvolvem-se as castas Arinto, Fernão Pires, Castelão, Touriga Nacional, Aragonez, Trincadeira, Cabernet Sauvignon e Alicante Bouschet.
Vinha do Casal das Figueiras
Planície junto à margem do Rio Tejo, no concelho de Almeirim. Esta vinha situa-se na sub-região do Campo/Lezíria, com 25 hectares, onde se desenvolvem as castas Syrah, Cabernet Sauvignon, Petit Verdot, Castelão e Trincadeira Preta.
Vinha da Herdade dos fidalgos
Herdade dos Fidalgos perto da Branca, pequena aldeia do concelho de Coruche. Esta vinha situa-se na sub-região da Charneca, com 31 hectares, onde se desenvolvem as castas Touriga Nacional, Touriga Franca, Syrah, Alicante Bouschet, Aragonez e Sauvignon Blanc.
Adega no Tejo
Entre a penumbra e a temperatura controlada da sala das barricas e a moderna adega, onde o inox e as mais modernas técnicas na produção de vinhos coabitam com as técnicas mais ancestrais. A Falua orgulha-se de ter ao seu dispor todas as armas e artes para a conceção de vinhos únicos e de grande qualidade. Na adega contam com as mais modernas técnicas na produção de vinho. Um lugar onde a ciência e o profissionalismo se juntam ao saber antigo para a criação de vinhos únicos.
VINHOS VERDES – Barão do Hospital
A Quinta do Hospital é atualmente uma notável Quinta minhota, formada por uma área agro-florestal de 25 hectares, na margem esquerda do rio Minho, um pouco a montante da foz do seu belo afluente – o Mouro. A vinha encontra-se num dos maiores e mais impactantes vales do Minho.
Acredita-se que a origem desta Quinta remonta ao Sec XII, período da História em que a mãe de D. Afonso Henriques – D. Teresa – terá doado as terras à Ordem do Hospital. Na Idade Média os hospitais eram destinados a acolher e dar hospitalidade a viajantes. A Quinta do Hospital é uma propriedade totalmente murada na região dos Vinhos Verdes – sub-região de Monção e Melgaço.
Adega Quinta do Hospital
Condições excecionais para a criação de vinhos que contam a historia de uma região. Uma adega moderna, criada de raiz, pensada em todos os detalhes para responder às exigências de uma produção de alta qualidade.
DOURO – Quinta de S. José e Quinta do Mourão
A maioria das vinhas da Falua encontra-se nas sub-regiões do Baixo e Cima Corgo, em localizações de excelência, e estas caracterizam-se, entre outras coisas, pela sua plantação em patamares que requer uma desafiante viticultura de montanha, totalmente manual e dedicada à produção de vinhos muito exclusivos e de enorme qualidade. O projeto da Falua no Douro encontra-se dividido entre a Quinta do Mourão e a Quinta de S. José. Com perfis muito diferentes e terroirs únicos, estas propriedades espelham a diversidade e o sem fim de possibilidades que é a região do Douro.
Quinta de São José
Junto à margem do rio Douro e entre socalcos ancestrais situa-se a Quinta de S. José, em Ervedosa, concelho de São João da Pesqueira, na sub-região do Cima Corgo. Com 15 hectares de vinha plantada em patamares, voltadas a norte, sob solos de xisto azulado-acinzentado, é o palco da criação de alguns dos mais excitantes vinhos durienses, marcados pela pureza de um terroir detalhadamente interpretado e com elevado reconhecimento nacional e internacional.
Adega Quinta de São José
O local onde a ancestralidade dos lagares se cruza com os mais atuais métodos de produção. Na adega estão garantidas todas as condições para que, com um blend de tradição e modernidade, se possam fazer vinhos únicos, com sentido de lugar e que transportam o Douro em cada garrafa.
Quinta do Mourão
Situada na região do Baixo Corgo, em Lamego. Desde a década de 70 que a atividade da Quinta do Mourão se expandiu a outras propriedades, todas em localizações privilegiadas, nas sub-regiões do Baixo e Cima Corgo, num total de 50 hectares. A diversidade de solos, exposições e altitudes enriquecem este projeto abrindo um enorme leque de possibilidades para concretizar esta nobre missão de revelar o Douro através de vinhos únicos.
Adega Quinta do Mourão
Para garantir a qualidade dos vinhos aqui produzidos e na senda de modernização do projeto foi construída uma nova adega de raiz com todas as condições para a vinificação, estágio e engarrafamento dos vinhos na propriedade. Além da nova adega encontramos ainda a cave de Vinhos do Porto, o local onde os maiores tesouros estão guardados. Nos onze toneis e nas dezenas de pipas estão armazenados milhares de litros de Vinho Generoso Velho, alguns produzidos há mais de 100 anos.