Casta tinta criada por Henry Bouschet, entre 1865 e 1885 em França, resultante do cruzamento entre as castas Petit Bouschet e a Grenache. É uma casta “tintureira” (com polpa vermelha), apresentando bagos redondos de cor negra e cachos grandes.



Tinto · 2016
Dão
Preços
Vendido em cx de 1 gfa x (0,75l)
Colheita manual. Desengace e maceração a frio de 72 horas. Fermentação com longa e suave maceração com delestage. Fermentação maloláctica em barricas novas de carvalho francês Allier onde estagia por18 meses.
IVA incluído. Stock sujeito a existência. Entregas só em Portugal.
Casta tinta criada por Henry Bouschet, entre 1865 e 1885 em França, resultante do cruzamento entre as castas Petit Bouschet e a Grenache. É uma casta “tintureira” (com polpa vermelha), apresentando bagos redondos de cor negra e cachos grandes.


A Tinta Roriz é uma das principais castas para a produção de vinho do Porto.
É recomendada no Douro, no Dão e no Alentejo onde recebe o nome de Aragonez. Encontra-se, cada vez mais, em replantações efectuadas um pouco por todo o país. Originária de Espanha, onde toma o nome de “Tempranillo”, e pode também encontrar-se na França, na Argentina e na Califórnia, onde toma o nome de Valdepeñas.


É uma casta nobre e muito apreciada em Portugal. Inicialmente cultivada na região do Dão, rapidamente foi expandida à zona do Douro para ser utilizada na produção de vinho do Porto.
Recentemente, os produtores descobriram o valor da Touriga Nacional na produção de vinhos de mesa tintos e o seu cultivo foi alargado para outras regiões como o Alentejo. É uma casta de pouca produção: possui cachos abundantes, mas pequenos. Os bagos têm uma elevada concentração de açúcar, cor e aromas. Os vinhos produzidos ou misturados com a casta Touriga Nacional são bastante equilibrados, alcoólicos e com boa capacidade de envelhecimento.


A zona do Dão situa-se na região da Beira Alta, no centro Norte de Portugal. As condições geográficas são excelentes para produção de vinhos: as serras do Caramulo, Montemuro, Buçaco e Estrela protegem as vinhas da influência de ventos. A região é extremamente montanhosa, contudo a altitude na zona sul é menos elevada. Os 20000 hectares de vinhas situam-se maioritariamente entre os 400 e 700 metros de altitude e desenvolvem-se em solos xistosos (na zona sul da região) ou graníticos de pouca profundidade.


Nuno d’Orey Cancela de Abreu licenciou-se em Agronomia pelo Instituto Superior de Agronomia de Lisboa em 1980. Posteriormente fez uma pós-graduação em Viticultura e Enologia na Escola Nacional Superior de Agronomia de Montpellier, França.
Entre 1981 e 1987 exerceu a função de Director Executivo da Associação para o Desenvolvimento da Viticultura Duriense. De 1985 a 1987 foi professor de Vinificação, Tratamentos e Estabilização de Vinhos no Curso Superior de Enologia da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro.
De 2001 a Julho de 2010 acumulou as funções de director do Departamento de Enologia e administrador da Quinta da Alorna.
Em Agosto de 2010 volta a sua atenção para o seu projecto pessoal no Dão onde produz as marcas Quinta da Fonte do Ouro, Quinta da Giesta e Boas Vinhas.
A Sociedade Agrícola Boas Quintas é um projecto pessoal do enólogo Nuno Cancela de Abreu iniciado em 1991, com o propósito de produzir “Vinho de Quinta” na nobre e renovada Região do Dão.
A filosofia que animou o nascimento desta sociedade, baseou-se na produção de vinhos de alta qualidade, com caracter acentuadamente Português. Acreditamos que as melhores castas regionais de que dispomos, quando bem adaptadas às condições ecológicas (clima, solo e práticas culturais) constituem uma das nossas maiores valias.
A Sociedade Boas Quintas está sediada na Vila de Mortágua, onde tem a sua pequena adega, paredes meias com a casa da família Cancela de Abreu, que cobre as caves de estágio, frescas e pouco iluminadas.
O testemunho inequívoco do respeito pela garantia de qualidade, está no rigor que nos impomos quanto à escolha dos vinhos para engarrafamento, nomeadamente na produção dos vinhos da Quinta da Fonte do Ouro Reserva e monovarietal de Touriga Nacional. Este último só é engarrafado em anos verdadeiramente excepcionais.