Entre as castas estrangeiras presentes em solo nacional, a Syrah é a variedade que melhor se adaptou ao clima rigoroso do Alentejo, ajustando-se facilmente aos calores de Verão, às infindáveis horas de insolação e à severidade das temperaturas estivais.
Em condições de produção satisfatórias, os vinhos obtidos são muito corados, de um vermelho intenso com nuances violetas durante a juventude. A intensidade corante é sempre muito persistente.
O potencial aromático é muito complexo, com compostos florais, frutados, especiarias e animais.
- Premiado
- Selecção Fórum

Santa Vitória Syrah tinto
Tinto · 2023
Alentejo
Preços
Vendido em cx de 3 gfa x (0,75l)
Cor rubi. Aroma intenso com alguma complexidade, elegante, notas de fruta vermelha e um ligeiro balsâmico. Na boca é suave e elegante, redondo e equilibrado, confirmando os aromas. Final longo e preciso.
- Designação oficial
- vregional
- Temperatura de serviço
- 16 a 18ºC
- Teor alcoólico
- 14%vol
- Harmonizações
- Pratos de carne | Queijos Fortes
- Situações de consumo
- Com a refeição
Vinificação
Seleção das uvas na adega. Maceração a frio durante 4 dias. Fermentação alcoólica em lagares com controlo de temperatura. Fermentação maloláctica em barricas novas de carvalho francês, onde estagia durante 14 meses.
- Medalha de Ouro - Fórum de Enólogos
IVA incluído. Stock sujeito a existência. Entregas só em Portugal.
O plantio da vinha nesta região data do período romano, como atestam vestígios vários dessa época, nomeadamente graínhas de uva descobertas nas ruínas de São Cucufate, perto da Vidigueira, e alguns lagares romanos.Os primeiros documentos escritos sobre o plantio da vinha datam do século XII.



Bernardo Cabral, licenciado em Engenharia Agro-Industrial pelo Instituto Superior de Agronomia, fez a sua pós-graduação em Enologia pela Universidade Católica do Porto em 2004.
Ainda na Faculdade fez parte da equipa de enologia das Caves Dom Teodósio dirigida pelo enólogo José Gaspar. Ruma depois à equipa dirigida por Nuno Cancela de Abreu na Companhia das Quintas, onde produziu vinhos em diversas regiões de Portugal. Em 2004 entra na Casa de Santa Vitória onde exerceu funções de enólogo principal e diretor da empresa durante 8 anos.
Desde 2012 gere o Departamento Vitivinícola e Oleícola da Companhia das Lezírias, mantendo a sua atividade de enólogo consultor na Casa Santa Vitória (Alentejo), na Herdade Pegos Claros (Palmela), na Bombeira do Guadiana (Mértola) e Vicentino (Zambujeira-do-Mar).
Em 2016 é-lhe atribuído o prémio “Enólogo do Ano 2015”, pela Revista de Vinhos.
Marta Maia
Fundada em 2002, a Casa de Santa Vitória tem como foco a produção e comercialização de vinhos e azeites alentejanos de grande qualidade.
A herdade, que totaliza 1620h, encontra-se em Santa Vitória, concelho de Beja. Fruto de uma paixão pelo campo, este investimento no sector do vinho e noutros produtos ligados à terra , proporciona a todos os que o visitam um contacto directo com o que de melhor se produz no Alentejo, combinando, de uma forma única, grandes vinhos, uma cuidada gastronomia tradicional e inúmeras actividades lúdicas em plena planície alentejana, num ambiente marcadamente rural.
A herdade conta com cerca de 127 hectares de vinha, possuindo também uma Adega equipada com as mais modernas tecnologias que ocupa uma área de 5.000 m2 distribuídos em 3 pisos. Esta Adega foi especialmente concebida para produzir vinhos modernos, preservando aquilo em que o tradicional acrescenta mais valias qualitativas, incluindo um lagar de pisa a pé e uma cave de estágio para as barricas.
As vinhas estão implantadas em solos xisto-argilosos pobres, o que num clima mediterrâneo potencia enormemente as características das castas. A vindima mecânica é utilizada para potenciar o período de maturação ideal das uvas, no entanto, a vindima manual ainda é utilizada para os vinhos Premium. Desta forma, obtêm-se vinhos de elevada qualidade sensorial e comercial, satisfazendo as mais elevadas expectativas dos mais exigentes enófilos.