A Aragonez é uma das castas tintas mais conhecidas da Península Ibérica. Originária de Espanha, onde toma o nome de “Tempranillo”, é também conhecida por Tinta Roriz na região do Douro.



Generoso
Porto
Preços
Vendido em cx de 2 gfa x (0,75l)
Cor dourado-avermelhado com reflexos âmbar. Notas de frutos secos (nozes), com um toque de frutos vermelhos sobremaduros. Cheio na boca, com notas de compotas, muito equilibrado, com um final longo e guloso.
Vindima manual. Vinificação tradicional, em lagares de granito. Envelhecimento em tonéis de carvalho.
IVA incluído. Stock sujeito a existência. Entregas só em Portugal.
A Aragonez é uma das castas tintas mais conhecidas da Península Ibérica. Originária de Espanha, onde toma o nome de “Tempranillo”, é também conhecida por Tinta Roriz na região do Douro.


Casta tinta europeia, é cultivada em todo o país, com maior expansão da DOP Douro, também existe na Austrália, África do sul, Califórnia, Espanha, França e Argentina.
É uma casta de maturação precoce que se adapta bem a todos os sistemas de condução (embora possa produzir melhor com o de guyot), bem como aos porta-enxertos habituais; é uma casta rústica com boa adaptação regional que prefere solos profundos, secos e quentes com disponibilidade de água, podendo ser recomendável a vindima mecânica em situação de reduzidas temperaturas.


A Malvasina Fina é essencialmente plantada no interior do norte de Portugal, na região do Douro e na sub-região Távora-Varosa. Contudo, é também cultivada na zona de Portalegre (onde se denomina Arinto Galego), Dão (onde é conhecida por Assario Branco) e na Madeira (onde adquire o nome de Boal).


A casta Rufete, também conhecida por Tinta Pinheira, é essencialmente cultivada nas regiões do Douro e do Dão, sobretudo nas sub-regiões de Pinhel, Figueira de Castelo Rodrigo e Cova da Beira. É uma casta produtiva e os seus cachos e bagos são de tamanho médio.


A casta Tinta Barroca é plantada quase exclusivamente na região do Douro e muito utilizada na produção de vinhos de lote. É uma das castas que compõe alguns vinhos do Porto, contudo os seus vinhos monovarietais não são muito célebres.


A casta Tinta Francisca é uma casta sem grande implantação utilizada normalmente na produção de vinhos de lote e é plantada quase exclusivamente na região do Douro.
Casta pouco produtiva de cacho pequeno com bagos arredondados de tamanho médio e de cor negro-azul. É sensível ao oídio e à podridão.


A casta Tinto Cão é cultivada na zona do Douro desde o século XVIII, contudo como era pouco produtiva nunca foi muito apreciada pelos agricultores. Por volta dos anos 80 descobriu-se que a Tinto Cão possui óptimas características para a produção de vinho do Porto.


A Touriga Franca é uma das castas mais plantadas na zona do Douro e Trás-os-Montes. É considerada umas das melhores castas para a produção de vinho do Porto e do Douro, mas o seu cultivo já foi alargado para as regiões da Bairrada, Ribatejo, Setúbal ou Estremadura.


É uma casta nobre e muito apreciada em Portugal. Inicialmente cultivada na região do Dão, rapidamente foi expandida à zona do Douro para ser utilizada na produção de vinho do Porto.
Recentemente, os produtores descobriram o valor da Touriga Nacional na produção de vinhos de mesa tintos e o seu cultivo foi alargado para outras regiões como o Alentejo. É uma casta de pouca produção: possui cachos abundantes, mas pequenos. Os bagos têm uma elevada concentração de açúcar, cor e aromas. Os vinhos produzidos ou misturados com a casta Touriga Nacional são bastante equilibrados, alcoólicos e com boa capacidade de envelhecimento.


A Trincadeira é uma casta especialmente cultivada nas regiões do Alentejo e do Douro (onde é designada por Tinta Amarela). É uma casta que apresenta cachos médios e compactos e bagos médios e arredondados.
É sensível às doenças e à podridão (se os bagos apanharem chuva apodrecem facilmente), por isso desenvolve-se melhor em climas secos e muito quentes. Os vinhos produzidos são ricos em cor e aromas (especialmente frutados e vegetais), ligeiramente alcoólicos e com boas condições para o envelhecimento.


Tinta da Barca
O “Vinho do Porto” distingue-se dos vinhos comuns pelas suas características particulares: uma enorme diversidade de tipos em que surpreende uma riqueza e intensidade de aromas incomparáveis e uma persistência muito elevada, quer de aromas, quer de sabor, para além de um teor alcoólico elevado (geralmente entre os 19 e os 22% vol.), numa vasta gama de “doçuras” e grande diversidade de cores.

Álvaro van Zeller é descendente de uma família que há 14 gerações se dedica ininterruptamente ao negócio de vinhos do Douro. Natural de Lisboa, escolheu o Brasil para sua formação como engenheiro agrónomo pela Faculdade de Agronomia da Universidade de São Paulo (1978 e 1982). Em 1983, fez a sua pós-graduação em Enologia pelo Instituto de Enologia da Universidade de Bordeaux.
Aos 28 anos, assumiu o cargo de enólogo da Quinta de Noval, empreendimento da família Van Zeller. Uma das mais emblemáticas e conceituadas quintas do setor do Vinho do Porto, a Noval ficou mundialmente conhecida com o mítico “Vintage 1931 Nacional”, considerado um dos dois melhores vinhos do séc. 20 pela Wine Spectator. Este prémio revelou ao mundo o talento do enólogo. Em 1993, a família vende a Quinta do Noval a um grupo francês a AXA Millésimes.
Em 1996 é inaugurada a Barão de Vilar – Vinhos, S.A., a partir de uma existência de vinhos adquiridos por Fernando Luiz van Zeller, cedido aos seus dois filhos Fernando e Álvaro. Em 1998, a Barão de Vilar inicia a comercialização dos seus Portos (marcas Barão de Vilar e Maynard’s). Com uma gama completa de Vinhos do Porto e do Douro, a Barão de Vilar está atualmente presente num significativo número de mercados internacionais.
O vasto currículo de Álvaro inclui além da presença na Quinta de Noval, Andresen e Barão de Vilar, os cargos de chefe do serviço de Prova do Instituto do Vinho do Porto, consultor na área de Enologia a Produtores-Engarrafadores e Comerciantes no Douro e coordenador da Junta Consultiva de Provadores – Vinhos do Douro – do Instituto dos Vinhos do Porto.
Desde sempre que os antepassados do Barão de Vilar se envolveram no sector do Vinho do Porto, embora somente em 1828 este título tenha sido concedido. As duas famílias, Kopke e Van Zeller, que deram seguimento a este título, além de estreitamente ligadas por laços familiares, desenvolveram uma actividade invulgar no comércio de Vinhos do Porto, quer fundando empresas próprias, quer participando activamente noutras, tais como a Quinta do Noval.
Em 1996, Fernando Van Zeller, Barão de Vilar, decidiu registar o título para poder utilizá-lo na comercialização de Vinhos do Porto e outros vinhos de nomeada, a fim de perpetuar as tradições vinícolas familiares. Fundou, então, a empresa Barão de Vilar – Vinhos, S.A. no entreposto de Vila Nova de Gaia que começou a produzir vinhos no Douro, em S. João da Pesqueira e em Torre de Moncorvo.