A casta Tinta Barroca é plantada quase exclusivamente na região do Douro e muito utilizada na produção de vinhos de lote. É uma das castas que compõe alguns vinhos do Porto, contudo os seus vinhos monovarietais não são muito célebres.



Generoso · 2018
Porto
Preços
Vendido em cx de 3 gfa x (0,75l)
Colheita manual para pequenas caixas de 20 kg. Conservação em câmaras frigoríficas durante 12 H. Desengace parcial e esmagamento. Maceração antes e durante a fermentação, a qual decorre em lagares de granito. Paragem da fermentação com aguardente vínica. Estágio em balseiros de carvalho.
IVA incluído. Stock sujeito a existência. Entregas só em Portugal.
A casta Tinta Barroca é plantada quase exclusivamente na região do Douro e muito utilizada na produção de vinhos de lote. É uma das castas que compõe alguns vinhos do Porto, contudo os seus vinhos monovarietais não são muito célebres.


A Tinta Roriz é uma das principais castas para a produção de vinho do Porto.
É recomendada no Douro, no Dão e no Alentejo onde recebe o nome de Aragonez. Encontra-se, cada vez mais, em replantações efectuadas um pouco por todo o país. Originária de Espanha, onde toma o nome de “Tempranillo”, e pode também encontrar-se na França, na Argentina e na Califórnia, onde toma o nome de Valdepeñas.


A casta Tinto Cão é cultivada na zona do Douro desde o século XVIII, contudo como era pouco produtiva nunca foi muito apreciada pelos agricultores. Por volta dos anos 80 descobriu-se que a Tinto Cão possui óptimas características para a produção de vinho do Porto.


A Touriga Franca é uma das castas mais plantadas na zona do Douro e Trás-os-Montes. É considerada umas das melhores castas para a produção de vinho do Porto e do Douro, mas o seu cultivo já foi alargado para as regiões da Bairrada, Ribatejo, Setúbal ou Estremadura.


É uma casta nobre e muito apreciada em Portugal. Inicialmente cultivada na região do Dão, rapidamente foi expandida à zona do Douro para ser utilizada na produção de vinho do Porto.
Recentemente, os produtores descobriram o valor da Touriga Nacional na produção de vinhos de mesa tintos e o seu cultivo foi alargado para outras regiões como o Alentejo. É uma casta de pouca produção: possui cachos abundantes, mas pequenos. Os bagos têm uma elevada concentração de açúcar, cor e aromas. Os vinhos produzidos ou misturados com a casta Touriga Nacional são bastante equilibrados, alcoólicos e com boa capacidade de envelhecimento.


O “Vinho do Porto” distingue-se dos vinhos comuns pelas suas características particulares: uma enorme diversidade de tipos em que surpreende uma riqueza e intensidade de aromas incomparáveis e uma persistência muito elevada, quer de aromas, quer de sabor, para além de um teor alcoólico elevado (geralmente entre os 19 e os 22% vol.), numa vasta gama de “doçuras” e grande diversidade de cores.

Álvaro van Zeller é descendente de uma família que há 14 gerações se dedica ininterruptamente ao negócio de vinhos do Douro. Natural de Lisboa, escolheu o Brasil para sua formação como engenheiro agrónomo pela Faculdade de Agronomia da Universidade de São Paulo (1978 e 1982). Em 1983, fez a sua pós-graduação em Enologia pelo Instituto de Enologia da Universidade de Bordeaux.
Aos 28 anos, assumiu o cargo de enólogo da Quinta de Noval, empreendimento da família Van Zeller. Uma das mais emblemáticas e conceituadas quintas do setor do Vinho do Porto, a Noval ficou mundialmente conhecida com o mítico “Vintage 1931 Nacional”, considerado um dos dois melhores vinhos do séc. 20 pela Wine Spectator. Este prémio revelou ao mundo o talento do enólogo. Em 1993, a família vende a Quinta do Noval a um grupo francês a AXA Millésimes.
Em 1996 é inaugurada a Barão de Vilar – Vinhos, S.A., a partir de uma existência de vinhos adquiridos por Fernando Luiz van Zeller, cedido aos seus dois filhos Fernando e Álvaro. Em 1998, a Barão de Vilar inicia a comercialização dos seus Portos (marcas Barão de Vilar e Maynard’s). Com uma gama completa de Vinhos do Porto e do Douro, a Barão de Vilar está atualmente presente num significativo número de mercados internacionais.
O vasto currículo de Álvaro inclui além da presença na Quinta de Noval, Andresen e Barão de Vilar, os cargos de chefe do serviço de Prova do Instituto do Vinho do Porto, consultor na área de Enologia a Produtores-Engarrafadores e Comerciantes no Douro e coordenador da Junta Consultiva de Provadores – Vinhos do Douro – do Instituto dos Vinhos do Porto.