É na região do Dão que a casta tinta Alfrocheiro tem maior expressão. Presente em muitos dos vinhos da região, é considerada uma casta de elevada qualidade por vários enólogos.



Branco · 2024
Douro
Preços
Vendido em cx de 6 gfa x (0,75l)
Vindima manual para caixas de 20kg, refrigeração e curta maceração pré-fermentativa. Desengace seguido de esmagamento em prensa automática. Fermentação em cubas de aço inoxidável. Parte do lote é transferido para barricas de carvalho francês e o restante permanece em cuba de inox durante 5 meses, dos quais, 4 com bâttonage.
IVA incluído. Stock sujeito a existência. Entregas só em Portugal.
É na região do Dão que a casta tinta Alfrocheiro tem maior expressão. Presente em muitos dos vinhos da região, é considerada uma casta de elevada qualidade por vários enólogos.


A casta Gouveio é cultivada na região do Douro, onde é também conhecida por Verdelho, por isso é muitas vezes confundida com a casta Verdelho cultivada nos Açores e Madeira.É uma casta com bom amadurecimento e de boa produção. Apresenta cachos médios e compactos que produzem uvas pequenas de cor verde-amarelada.


A casta Rabigato tem origem no Douro. Estende-se por todo o Douro Superior.
A casta Rabigato apresenta cachos médios e bagos pequenos de cor verde amarelada. É uma casta muito sensível ao oídio e ao míldio. O vinho elaborado a partir desta casta é mais utilizado para produzir vinhos de lote. As principais qualidades da casta Rabigato nos vinhos são o alto teor alcoólico, boa longevidade e elevada acidez. Os vinhos que incluem esta casta na sua composição apresentam aromas discretos, com notas florais, vegetais e até minerais.


A casta Viosinho é apenas cultivada nas regiões do Douro e de Trás-os-Montes, onde já é utilizada desde o século XIX. É uma casta de boa qualidade e indicada para a produção de vinho tranquilo e de vinho do Porto, todavia apresenta uma produção fraca e por isso é pouco cultivada.


Durante a ocupação romana já se cultivava a vinha e se fazia vinho nos vales do Alto Douro. A história da região é simultaneamente fascinante e cruel, desde os tempos imemoriais em que o Douro era sobretudo esforço e violência, que foi amansando e evoluindo, permitindo-nos desfrutar de uma das mais espantosas “paisagem cultural, evolutiva e viva” do país, actualmente reconhecida como Património Mundial pela UNESCO.
De salientar também o facto de ter sido a primeira região demarcada e regulamentada do mundo, aquando da criação pelo Marquês de Pombal, da Companhia Geral da Agricultura das Vinhas do Alto Douro, em 1756.
A região, rica em microclimas como consequência da sua acidentada orografia, divide-se em três sub-regiões – Baixo Corgo, Cima Corgo e Douro Superior, produzindo-se em cada uma delas vinhos de qualidade brancos, tintos e rosados, vinhos espumantes, licorosos e ainda aguardentes de vinho com especificidades próprias.
Da globalidade do volume de vinho produzido na Região Demarcada do Douro, cerca de 50% é destinada à produção de “Vinho do Porto”, enquanto que o restante volume é destinado à produção de vinhos de grande qualidade que utilizam a denominação de origem controlada “Douro” ou “Vinho do Douro”.
Merece também destaque o Vinho Regional Duriense cuja região de produção é coincidente com a Região Demarcada do Douro.
Fonte: Instituto da Vinha e do Vinho, I.P.



Álvaro van Zeller é descendente de uma família que há 14 gerações se dedica ininterruptamente ao negócio de vinhos do Douro. Natural de Lisboa, escolheu o Brasil para sua formação como engenheiro agrónomo pela Faculdade de Agronomia da Universidade de São Paulo (1978 e 1982). Em 1983, fez a sua pós-graduação em Enologia pelo Instituto de Enologia da Universidade de Bordeaux.
Aos 28 anos, assumiu o cargo de enólogo da Quinta de Noval, empreendimento da família Van Zeller. Uma das mais emblemáticas e conceituadas quintas do setor do Vinho do Porto, a Noval ficou mundialmente conhecida com o mítico “Vintage 1931 Nacional”, considerado um dos dois melhores vinhos do séc. 20 pela Wine Spectator. Este prémio revelou ao mundo o talento do enólogo. Em 1993, a família vende a Quinta do Noval a um grupo francês a AXA Millésimes.
Em 1996 é inaugurada a Barão de Vilar – Vinhos, S.A., a partir de uma existência de vinhos adquiridos por Fernando Luiz van Zeller, cedido aos seus dois filhos Fernando e Álvaro. Em 1998, a Barão de Vilar inicia a comercialização dos seus Portos (marcas Barão de Vilar e Maynard’s). Com uma gama completa de Vinhos do Porto e do Douro, a Barão de Vilar está atualmente presente num significativo número de mercados internacionais.
O vasto currículo de Álvaro inclui além da presença na Quinta de Noval, Andresen e Barão de Vilar, os cargos de chefe do serviço de Prova do Instituto do Vinho do Porto, consultor na área de Enologia a Produtores-Engarrafadores e Comerciantes no Douro e coordenador da Junta Consultiva de Provadores – Vinhos do Douro – do Instituto dos Vinhos do Porto.