Selecção Fórum
Quinta dos Murças Reserva
Tinto
2010
Douro
Preços
Sócio
21,38 Gfa
64,14 Cx
Não Sócio
22,50 Gfa
67,50 Cx
Vendido em cx de 3 gfa x (0,75l)
  • Notas de prova
  • Prémios

Cor rubi-granada. Aroma limpo e com boa intensidade. Complexo e balsâmico com notas de frutos negros. Na boca é estruturado e bem equilibrado com boa acidez e complexidade. A madeira está bem integrada. Final longo.

Medalha de Bronze

Decanter World Wine Awards 2014

Medalha de Ouro

Concours Mondial Bruxelles 2014

Medalha de Ouro

Fórum de Enólogos 2015

Medalha de Ouro

Concours Mondial Bruxelles 2015

Medalha de Prata

International Wine Challenge 2015

Medalha de Prata

Wines of Portugal Challenge 2014

Designação Oficial: 
D.O.C.

Temperatura de Serviço: 

16/18ºC

Teor alcoólico: 

14.00%vol

Longevidade: 

10 Anos

Harmonizações: 

  • Pratos fortes da gastronomia portuguesa

Situações de consumo: 

Com a refeição
Vinificação: 
Colheita manual com mesa de seleção. Desengace e esmagamento. Fermentação alcoólica com temperaturas controladas (25 a 28ºC) em lagares de granito com pisa-a-pé e numa antiga prensa vertical. Estagio de 12 meses em barricas de carvalho francês e americano.
  • Castas
  • Região
  • Enólogo
  • Produtor

Aragonez

Tinta Barroca

Touriga Franca

Touriga Nacional

Trincadeira

Vinhão

Douro

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Durante a ocupação romana já se cultivava a vinha e se fazia vinho nos vales do Alto Douro. A história da região é simultaneamente fascinante e cruel, desde os tempos imemoriais em que o Douro era sobretudo esforço e violência, que foi amansando e evoluindo, permitindo-nos desfrutar de uma das mais espantosas "paisagem cultural, evolutiva e viva" do país, actualmente reconhecida como Património Mundial pela UNESCO.

De salientar também o facto de ter sido a primeira região demarcada e regulamentada do mundo, aquando da criação pelo Marquês de Pombal, da Companhia Geral da Agricultura das Vinhas do Alto Douro, em 1756.

A região, rica em microclimas como consequência da sua acidentada orografia, divide-se em três sub-regiões - Baixo Corgo, Cima Corgo e Douro Superior, produzindo-se em cada uma delas vinhos de qualidade brancos, tintos e rosados, vinhos espumantes, licorosos e ainda aguardentes de vinho com especificidades próprias.

Da globalidade do volume de vinho produzido na Região Demarcada do Douro, cerca de 50% é destinada à produção de "Vinho do Porto", enquanto que o restante volume é destinado à produção de vinhos de grande qualidade que utilizam a denominação de origem controlada "Douro" ou "Vinho do Douro".

Merece também destaque o Vinho Regional Duriense cuja região de produção é coincidente com a Região Demarcada do Douro.

Fonte: Instituto da Vinha e do Vinho, I.P.

Observações dos produtores acerca deste vinho: 
O Murças Reserva, nasce nas vinhas velhas da Quinta dos Murças, situadas entre os 100 e os 380m, respeitando a natureza e seguindo uma agricultura sustentável. Este vinho mostra o potencial das vinhas velhas do Douro para produzir vinhos de grande elegância e poder de envelhecimento. A colheita de 2010 caracterizou-se pela primavera chuvosa seguida de um verão longo e temperado. As temperaturas amenas permitiram a maturação ideal e consistente das uvas.

Quinta dos Murças

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A primeira referência escrita à Quinta dos Murças data de 1770, embora se saiba que a quinta já existiria mas com outra designação desde 1714, à época pertença de António Cardoso de Vasconcelos. Presume-se que o nome Quinta dos Murças tenha sido atribuído em referência ao fidalgo da casa real Miguel Carlos Cardoso de Sousa de Morais Colmeeiro Teles e Távora, capitão-mor da vila de Murça e proprietário das Murças desde 1756.

Apesar das inúmeras referências à qualidade e excelência dos vinhos da Quinta dos Murças, a verdade é que as vinhas foram sendo continuamente negligenciadas e a quinta transaccionada de família em família e de sociedade em sociedade até que, em 1943, Manuel Pinto de Azevedo assumiu a administração da quinta, comprometendo-se na reabilitação do património e na replantação das vinhas.

Sob a direcção empenhada do agrónomo José de Freitas Sampaio, a Quinta dos Murças foi totalmente transfigurada, recebendo em 1955 a primeira vinha ao alto plantada no Douro, bem como o primeiro sistema de autovinificação alguma vez utilizado na região, para além de novos armazéns de estágio e de uma nova adega.

A Quinta dos Murças permaneceu na posse da família até que, em 2008, o grupo Esporão adquiriu a propriedade aos bisnetos de Manuel Pinto de Azevedo, assumindo a condução de uma das propriedades mais interessantes do Cima Corgo.

Fonte: Esporão