Selecção Fórum
Destaque
Andreza Grande Reserva
Branco
2013
Douro
Preços
Preço
15,00 Gfa
45,00 Cx
Oportunidade
13,86 Gfa
41,58 Cx
Vendido em cx de 3 gfa x (0,75l)
  • Notas de prova
  • Prémios

Cor amarelo citrino intensa. Aroma a revelar boa evolução com notas de frutos tropicais (manga) e citrinos. 
Na boca é complexo e elegante, apresentando boa estrutura e equilíbrio. Boas notas de madeira com um toque mineral. Final longo e persistente.

Medalha de Ouro

Fórum de Enólogos

Designação Oficial: 
D.O.C.

Temperatura de Serviço: 

10/12ºC

Teor alcoólico: 

13.00%vol

Longevidade: 

10 a 12 anos

Harmonizações: 

  • pratos de peixe e marisco sofisticados queijos pouco intensos mas curados

Situações de consumo: 

Com a refeição
Sobremesas
Vinificação: 
Desengace e esmagamento. Maceração pré-fermentativa, clarificação estática pelo frio durante 48 horas. Fermentação em barricas de de carvalho francês. 1/3 do vinho fermentou com as películas com bâtonnage durante 8 meses.
  • Castas
  • Região
  • Enólogo
  • Produtor

Arinto

Rabigato

Verdelho

Viosinho

Douro

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Durante a ocupação romana já se cultivava a vinha e se fazia vinho nos vales do Alto Douro. A história da região é simultaneamente fascinante e cruel, desde os tempos imemoriais em que o Douro era sobretudo esforço e violência, que foi amansando e evoluindo, permitindo-nos desfrutar de uma das mais espantosas "paisagem cultural, evolutiva e viva" do país, actualmente reconhecida como Património Mundial pela UNESCO.

De salientar também o facto de ter sido a primeira região demarcada e regulamentada do mundo, aquando da criação pelo Marquês de Pombal, da Companhia Geral da Agricultura das Vinhas do Alto Douro, em 1756.

A região, rica em microclimas como consequência da sua acidentada orografia, divide-se em três sub-regiões - Baixo Corgo, Cima Corgo e Douro Superior, produzindo-se em cada uma delas vinhos de qualidade brancos, tintos e rosados, vinhos espumantes, licorosos e ainda aguardentes de vinho com especificidades próprias.

Da globalidade do volume de vinho produzido na Região Demarcada do Douro, cerca de 50% é destinada à produção de "Vinho do Porto", enquanto que o restante volume é destinado à produção de vinhos de grande qualidade que utilizam a denominação de origem controlada "Douro" ou "Vinho do Douro".

Merece também destaque o Vinho Regional Duriense cuja região de produção é coincidente com a Região Demarcada do Douro.

Fonte: Instituto da Vinha e do Vinho, I.P.

Observações dos produtores acerca deste vinho: 
é invulgarmente intenso e complexo para ser um vinho branco. A sua história constrói-se das castas Viosinho, Verdelho, Rabigato e Arinto (Pedernã). Tem, por isso, um aroma mineral com notas de toranja e de madeira de elevada qualidade. Este Grande Reserva tem carácter, tem volume e concentração, sem perder o equilíbrio e a frescura.

Lua Cheia em Vinhas Velhas

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O ousado projecto Lua Cheia em Vinhas Velhas resulta da paixão e desejo de mostrar as singularidades do Douro dos seus fundadores – João Silva e Sousa, Francisco Baptista e Manuel Dias.

A história da Lua Cheia em Vinhas Velhas começou apenas em 2010, com a vinificação dos seus vinhos no Alto Douro em instalações provisórias. As uvas são seleccionadas de pequenos produtores sem capacidade para vinificação própria, mas com a singularidade que a Lua Cheia em Vinhas Velhas procura para os seus vinhos. Em 2011, a Lua Cheia em Vinhas Velhas iniciou actividade na região do Vinho Verde, em Monção, uma sub-região conhecida pelo Alvarinho.

Os primeiros vinhos foram lançados no decorrer de 2011, tendo logo atingido altos patamares de qualidade traduzidos pelas boas críticas nacionais e internacionais. Os enólogos João Silva e Sousa e Francisco Baptista prestam um tributo à região e à cartografia do rio Douro com a produção de vinhos de qualidade, intensos e elegantes.