Novidade
Vicentino
Branco
2015
Alentejo
Preços
Sócio
5,70 Gfa
34,20 Cx
Não Sócio
6,00 Gfa
36,00 Cx
Vendido em cx de 6 gfa x (0,75l)
  • Notas de prova

Cor amarelo-citrino esverdeado. Aroma vegetal típico da casta Sauvignon Blanc com um toque de frutos tropicais. Boa boca, boa acidez. Volumoso mas fresco, equilibrado com boa estrutura.

Designação Oficial: 
Regional

Temperatura de Serviço: 

8/10ºC

Teor alcoólico: 

12.50%vol

Longevidade: 

5 a 6 anos

Harmonizações: 

  • Pratos simples de peixe |
  • Marisco.

Situações de consumo: 

Com a refeição
Entradas
Vinificação: 
Vindima manual. Fermentação em inox separada por castas com controlo de temperatura. Estágio sobre as borras durante 5 meses.
  • Castas
  • Região
  • Enólogo
  • Produtor

Alvarinho

Sauvignon Blanc

Sémillon

Alentejo

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O plantio da vinha nesta região data do período romano, como atestam vestígios vários dessa época, nomeadamente graínhas de uva descobertas nas ruínas de São Cucufate, perto da Vidigueira, e alguns lagares romanos.Os primeiros documentos escritos sobre o plantio da vinha datam do século XII.

Na imensidão de horizontes planos, ou quase planos, o Alentejo tem como acidentes orográficos mais importantes as serras de Portel (421 m), Ossa (649 m) e S. Mamede (1025 m).

É no entanto nas elevações isoladas que se geram os microclimas propícios ao plantio da vinha e que conferem qualidade às massas vínicas.

A posição meridional e a ausência de relevos importantes são responsáveis pelas características Mediterrânica e Continental do clima. A insolação tem valores bastante elevados, o que se reflecte na maturação das uvas, principalmente nos meses que antecedem a vindima, conferindo às uvas uma desejável acumulação dos açúcares e de matérias corantes na película dos bagos.

As vinhas localizam-se na sua maioria, em substrato geológico de rochas plutónicas (granitos, tonalitos, sienitos e sienitos nefelínicos), sendo contudo de salientar a diversidade de manchas pedológicas nas quais as vinhas são instaladas (nomeadamente manchas xistosas e argilo-calcárias).

É igualmente importante referir que os melhores terrenos são eleitos para a cultura cerealífera e exploração agro-pecuária, enquanto que a vinha e a oliveira, dada a sua rusticidade, assentam nos solos com fraca capacidade de uso.

A similitude das características organolépticas dos vários VQPRD do Alentejo acrescida pelo facto de o consumidor os associar genericamente à referida menção, justificam a Denominação de Origem "Alentejo", na qual estão incluídas as seguintes 8 sub-regiões: "Portalegre", "Borba", "Redondo", "Reguengos", "Vidigueira", "Évora", "Granja-Amareleja" e "Moura".

O Vinho Regional "Alentejano" é produzido em toda a região vitivinícola Alentejo. 

 

Fonte: Instituto da Vinha e do Vinho, I.P.

Observações dos produtores acerca deste vinho: 
Na Zambujeira do Mar, onde as elevadas temperaturas alentejanas são atenuadas pelo Atlântico, a concentração típica da viticultura do interior é equilibrada pela frescura e humidade do mar, conduzindo a uma maturação ideal. As uvas amadurecem, assim, de forma lenta e equilibrada, com invernos frescos e húmidos, verões amenos, e a constante presença dos ventos marítimos, criando vinhos onde a elegância se sobrepõe à robustez.

Vicentino – Vinhas da Costa Atlântica

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As vinhas do Vicentino, localizam-se privilegiadamente sobre a costa Alentejana, gozando tanto do sol Português como da brisa Atlântica.
Quando, há 30 anos, Ole Martin Siem veio para Portugal, o seu background agrícola dado pelo seu percurso académico e profissional, permitiu-lhe reconhecer neste país as condições de solo e clima ideais à produção vitícola. Nasceu na Noruega mas o seu trabalho ligado à produção e comércio de frutas levou-o a viajar um pouco por todo o mundo. De todos os contextos e países, foi em Portugal que se deixou fascinar pelos vinhos alentejanos, e pelas deslumbrantes paisagens da costa Vicentina.
Foi aqui, onde o mar e as escarpas se encontram num ecossistema único, que escolheu plantar as suas vinhas e são as uvas que daqui se retiram, fruto de horas de trabalho e dedicação, que dão origem ao Vicentino.
No Brejão, onde as elevadas temperaturas alentejanas são atenuadas pelo Atlântico, a concentração típica da viticultura do interior é equilibrada pela frescura e humidade do mar, conduzindo a uma maturação ideal. As uvas amadurecem, assim, de forma lenta e equilibrada, com invernos frescos e húmidos, verões amenos, e a constante presença dos ventos marítimos, criando vinhos onde a elegância se sobrepõe à robustez. Plantadas em solos argilo-xistosos e franco-arenosos, com baixo potencial produtivo, as castas do Vicentino ostentam os seus melhores atributos. A baixa produtividade imposta pela terra vai funcionar como estímulo à qualidade das uvas que se formam, promovendo uma concentração ideal de ácidos orgânicos, açúcares e compostos fenólicos. O alcance deste equilíbrio entre quantidade e qualidade, juntamente com um clima ameno, permite obter uma matéria-prima de excelência.

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