Novidade
Quinta do Carmo Reserva
Branco
2015
Alentejo
Preços
Sócio
18,53 Gfa
55,59 Cx
Não Sócio
19,50 Gfa
58,50 Cx
Vendido em cx de 3 gfa x (0,75l)
  • Notas de prova
Cor amarelo palha. No nariz é amplo com um aroma complexo, notas florais e de citrinos. Suave na boca com boa acidez, fresco e frutado. Um toque mineral e notas de boa madeira. Boa estrutura e equilíbrio. Final longo.
Designação Oficial: 
Regional

Temperatura de Serviço: 

10/12ºC

Teor alcoólico: 

14.00%vol

Longevidade: 

7 a 8 anos

Harmonizações: 

  • Pratos de bacalhau |
  • Peixes Gordos Assados |
  • Carnes brancas. Queijos fortes.

Situações de consumo: 

Com a refeição
Vinificação: 
Vindima noturna. Vinificação separada por castas. Prensagem suave das uvas. Decantação estática a frio do mosto e estágio “sur lies” durante 7 dias. Parte do mosto Roupeiro e Arinto fermenta e depois estagia com bâtonnage durante 5 meses em carvalho francês. O restante mosto fermenta a baixa temperatura em pequenas cubas de inox.
  • Castas
  • Região
  • Enólogo
  • Produtor

Antão Vaz

Arinto

Síria

Alentejo

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O plantio da vinha nesta região data do período romano, como atestam vestígios vários dessa época, nomeadamente graínhas de uva descobertas nas ruínas de São Cucufate, perto da Vidigueira, e alguns lagares romanos.Os primeiros documentos escritos sobre o plantio da vinha datam do século XII.

Na imensidão de horizontes planos, ou quase planos, o Alentejo tem como acidentes orográficos mais importantes as serras de Portel (421 m), Ossa (649 m) e S. Mamede (1025 m).

É no entanto nas elevações isoladas que se geram os microclimas propícios ao plantio da vinha e que conferem qualidade às massas vínicas.

A posição meridional e a ausência de relevos importantes são responsáveis pelas características Mediterrânica e Continental do clima. A insolação tem valores bastante elevados, o que se reflecte na maturação das uvas, principalmente nos meses que antecedem a vindima, conferindo às uvas uma desejável acumulação dos açúcares e de matérias corantes na película dos bagos.

As vinhas localizam-se na sua maioria, em substrato geológico de rochas plutónicas (granitos, tonalitos, sienitos e sienitos nefelínicos), sendo contudo de salientar a diversidade de manchas pedológicas nas quais as vinhas são instaladas (nomeadamente manchas xistosas e argilo-calcárias).

É igualmente importante referir que os melhores terrenos são eleitos para a cultura cerealífera e exploração agro-pecuária, enquanto que a vinha e a oliveira, dada a sua rusticidade, assentam nos solos com fraca capacidade de uso.

A similitude das características organolépticas dos vários VQPRD do Alentejo acrescida pelo facto de o consumidor os associar genericamente à referida menção, justificam a Denominação de Origem "Alentejo", na qual estão incluídas as seguintes 8 sub-regiões: "Portalegre", "Borba", "Redondo", "Reguengos", "Vidigueira", "Évora", "Granja-Amareleja" e "Moura".

O Vinho Regional "Alentejano" é produzido em toda a região vitivinícola Alentejo. 

 

Fonte: Instituto da Vinha e do Vinho, I.P.

Observações dos produtores acerca deste vinho: 
A Quinta do Carmo está localizada na região do Alentejo, a poucos quilómetros da cidade de Estremoz. É uma propriedade tipicamente alentejana, com uma área total de 1.000ha, onde estão incluídos 100ha de oliveiras, cereais, plantações de sobreiros e florestas. Após uma longa jointventure com o prestigiado grupo Lafite Rothschild, a Bacalhôa Vinhos de Portugal adquiriu, em 2008, a totalidade da Quinta, que passou a ser o centro de vinificação e produção de todos os vinhos do Alentejo do grupo Bacalhôa. A adega, de linhas modernas e atraentes, foi submetida a uma renovação considerável em termos tecnológicos e de técnica de produção de vinhos.

Bacalhôa Vinhos

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A Bacalhôa Vinhos de Portugal foi fundada em 1922 sob a designação João Pires & Filhos.
A actividade da empresa começou por ser a produção de vinhos com uvas da região de Palmela. No decorrer da década de 70, a Bacalhôa Vinhos de Portugal investe em modernas técnicas de viticultura e enologia permitindo melhorar a produção de vinhos de qualidade.
Em 1998, o Comendador José Berardo torna-se o principal accionista. São feitos novos investimentos no plantio de novas vinhas, na modernização das adegas e na aquisição de novas propriedades. É iniciada uma parceria com o Grupo Lafitte Rothschild na Quinta do Carmo.
Em 2008 é adquirida a Quinta do Carmo, tendo o Grupo Lafitte Rothschild adquirido uma participação na Bacalhôa Vinhos de Portugal. Também em 2008 a Bacalhôa tornou-se a maior accionista na Aliança.
O Grupo Bacalhôa dispõe de adegas nas regiões mais importantes de Portugal: Alentejo, Península de Setúbal (Azeitão), Lisboa, Bairrada, Dão e Douro.
Com uma capacidade total de 20 milhões de litros, 15.000 barricas de carvalho e uma área de vinhas em produção de cerca de 1.000 hectares, a Bacalhôa Vinhos de Portugal prossegue a sua aposta na inovação no sector, tendo em vista a criação de vinhos que proporcionem experiências únicas e surpreendentes, com uma elevada qualidade e consistência.